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Sobre o Município

  • História
  • O Fundador
  • Emancipação
  • Geografia

Durante o século XIX, o local onde hoje se encontra o município era uma região de caatinga. Aos poucos, a região foi sendo ocupada pela expansão da pecuária. Propriedades se espalhavam por todo o sertão nordestino. Nessa época chegaram as famílias Leite e Inácio. Os Inácios eram oriundos de Serra Talhada e os Leite vinham do vizinho Estado da Paraíba.

A propriedade que deu origem ao povoado de Cedro pertencia a Joaquim Inácio Leite, pai de Manoel Joaquim Leite. Era uma típica fazenda do sertão: havia o canavial, a casa de farinha, o curral de gado e o engenho, localizado onde hoje é a rua do Engenho Velho. A fazenda logo se tornou um ponto de parada dos viajantes que vinham de Cabrobó para comercializar em Jardim e no Crato. Em 1913 Manoel Joaquim Leite construiu a primeira capela da cidade, nas proximidades da atual Igreja da Matriz.

Francisco de Assis Leite, conhecido como Chico Leite, seguiu os passos de seu pai, Manoel Joaquim Leite, que fora político e vereador. Chico Leite tornou-se um dos mais importantes personagem da história da cidade. Assim como o pai, que construíra a primeira capela, Francisco Leite também fez edificar uma capela na pequena vila, no local onde hoje está a praça da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Ele foi também o responsável pela construção do primeiro prédio da Igreja Matriz.

No início, havia apenas quatro edificações na pequena vila:

A capela, onde hoje se encontra a Igreja Matriz;
A casa de Manoel Joaquim Leite, onde hoje se encontra a casa de Mário Leite (filho de Manoel Joaquim Leite);
Um engenho, onde hoje se encontra a Rua do Engenho Velho;
A casa de Francisco Leite, onde hoje se encontra o Supermercado de Marielton.

Manoel Joaquim Leite nasceu em 1870 e faleceu em 2 de junho de 1929, com apenas 59 anos de idade. Era filho de Joaquim Inácio Leite e de Joaquina Jacinta de Vasconcelos. Foi professor, agrimensor, agricultor e vereador pelo município de Serrita.

Sua residência servia de abrigo para tropeiros, romeiros e viajantes que se dirigiam ao Ceará, principalmente a Juazeiro do Norte. Na casa também funcionava uma escola, onde ele mesmo ensinava. Além disso, antes de ser construída a primeira capela, ali eram celebradas missas. Isso voltou a ocorrer quando a primeira primeira capela foi demolida, até que segunda fosse construída.

O casarão era ladeado por uma bolandeira (descaroçadeira de algodão), ao norte, e por uma casa de farinha, ao sul – ambas de propriedade de Manoel Joaquim Leite. Também era de sua propriedade um engenho de cana que ficava localizado nas proximidades da atual Rua do Engenho Velho, daí o nome. Manoel Joaquim fez construir a primeira capela, que foi consagrada pelo Padre Sizenando, em 1913, e um cemitério, em 1916. Casou-se três vezes.

Inicialmente apenas uma fazenda, Cedro passou a distrito do município de Serrita e, finalmente, foi emancipado politicamente do município de Serrita em 20 de dezembro de 1963. O novo município teve como patrono o coronel Francisco Filgueira Sampaio (Chico Romão) e, como primeiro prefeito, Gumercindo da Silva Bem.

O município está incluído na área geográfica do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[6] Essa definição tem como critérios o índice pluviométrico inferior a 800 mm, o índice de aridez até 0,5 e o risco de seca maior que 60%.

A paisagem
O município está localizado na unidade geoambiental dos Maciços e Serras Baixas. A paisagem que predomina em nesta região é a Caatinga, típica do semiárido. O semiárido tem duas estações: a seca, que se prolonga de junho a dezembro, e a chuvosa, entre janeiro e maio. Durante a estação seca, a paisagem ganha a cor cinza, pois as árvores deixam as folhas caírem para economizar água. Logo que chegam as primeiras chuvas tudo fica verde novamente.

Hidrografia
Cedro está na área da bacia hidrográfica do rio Terra Nova, cujos principais tributários são os riachos do Meio e da Gameleira, todos de regime intermitente. O açude Barrinha é a principal fonte de água para a população. Inicialmente, a capacidade de acumulação do açude era de 1.960.000 m³.

Vereadores

José Galvão Neto

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Ana Caroline Santos Tavares

Vereadora

Câmara Municipal de Cedro

Almir Raimundo dos Santos

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Constantino Inacio Filho

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Francisco Pereira dos Anjos

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Marly Quental da Cruz Leite

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Francisca Marcia Mariano Alves

Vereadora

Câmara Municipal de Cedro

Cícero Inacio Bem

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Miguel Inocêncio Leite

Vereador

Câmara Municipal de Cedro

Informações

0

Área (km²)

0

População

0

Fundação

0

PIB (R$)

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